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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Caminho de Ossos - Introdução


Caminho de Ossos
História por Michel Reis
Adaptação por Vitor Spadacio Pisani

Introdução

AS LUZES BRILHAVAM FORTE vistas do céu de Paris. Tiago Xavier agradecia a chegada, observando entre o vidro do avião e sua confortável poltrona a pista de aterrisagem. Estava inquieto, incomodando o parceiro da poltrona do lado. A voz anunciou em alto bom tom a chegada em Paris, com os trejeitos da aeromoça, que fora agraciada de um requinte único, todos se preparavam para descer quando a náusea acertou em cheio Xaiver, o deixando para trás no banheiro.
-Vamos Xavier, você vomita do lado de fora - disse Michel.
O amigo apoiado na privada sinalizou com a mão, soltou sua última golfada e limpou a boca. Se levantou e partiu.
Era um grupo de grandes amigos, todos costumavam sair e realizar diversos passeios. Viviam em uma cidade do interior de São Paulo, no Brasil. Não era muito longe da capital, ainda sim ficavam separados por sessenta quilômetros. Alguns namoravam, outros preferiam aproveitar a noite, tinham uma filosofia boêmia. Eram amigos dos mais diferentes tipos, crenças e peculiaridades. Contudo jamais haviam viajado para fora do país, e tudo isso foi graças a sorte. Durante um evento chamado Anime Friends, de cultura pop e japonesa, foram sorteados pela empresa Agro Nippo, fornecedora do produto mais consumido no evento, o suco de soja Mupy. O período da viagem ganha era de 4 dias com hotel, refeições e um bônus em dinheiro para diversão.
Logo quando chegaram no aeroporto foram recebidos por uma guia turística, de rosto fino, lábios simples e cabelos longos ondulados, num tom castanho. Ela seria a ponte entre o pouco conhecimento francês do grupo e a vontade de aproveitar o máximo da viagem.
-Bienvenue! - carregava uma placa com o nome Discórdia escrito. Não sabia muito bem o que significava, seu português era jovem e mesclava palavras francesas ao meio de suas frases.
Célio, conhecido como Juninho, cutucou Kenji, para a beleza peculiar francesa da moça. Os demais continuaram observando os arredores, vislumbrados por cada detalhe imperceptível para um morador local.
-Irei levar vous para l’hôtel. Não se inquietem, um taxi os espera.
Na saída do lado todos pegaram suas malas, que não eram muitas. Estavam munidos de poucas roupas e algumas malas extras, para levar as compras que realizariam no exterior. O juros do Brasil era alto, compras em outro país sempre soavam melhor. Em seguida a guia fez um comentário.
-Peu - ela pausou, tentando lembrar da palavra em português. - Trouxeram pouca bagage.
Juninho comentou rapidamente com a moça.
-Foi corrido, não tivemos muito tempo para nos arrumarmos. Afinal, são apenas quatro dias.
-Les estrangérie adoram visiter Paris.

Então o grupo seguiu para o táxi. A cor do carro era branca, com o letreiro branco escrito Taxi Parisien. Durante todo o caminho observaram deslumbrados a arquitetura dos prédios, os distantes pontos turísticos e os detalhes da cidade.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Relatos de um misterioso #3


Eram noites frias e nada amigáveis no navio que viajava para a Ilha do Alvorecer. Muitas pessoas estavam descontentes com tudo que acontecia, e até mesmo com as possíveis problemáticas que seriam encontradas no porto da ilha. Mas tudo estava muito pior do que parecia, e ia muito além da burocracia: toda a ilha estava dentro de um redemoinho destruidor. Bem, isso é o que ouvi falar, pois antes mesmo de chegar na grande tempestade do horizonte um grupo de piratas abordou o navio. Com certa dúvida os tripulantes acreditaram estarem em maus lençóis, contudo os corsários salvaram o grupo peculiar qual sobreviveu. Numa fuga arriscada conseguiram fugir da caverna e retornar para o continente, em busca de novas ordens vindas do rei comandando de Altrin, a capital do reino das histórias fantásticas, Malpetrim.

Durante a estadia na cidade, um grupo peculiar se formava, formado por ranger, ladino, clérigo, paladino, guerreiro, fanfarrão, feiticeiro e até um bárbaro orc! Tamanha diversidade buscando seus próprios objetivos através de uma missão em comum. Contudo um grupo sempre tem suas desavenças e seus problemas, logo estariam acabados.

A mando do rei viajaram pelas terras selvagens dos bosques de Malpetrim, passaram a conhecer uma amigável e nem tão pacífica comunidade denominada no Vale dos Caçadores, qual dedicada a vida dos caçadores à proteção do mestre local: o Ancião. Suas origens e seus métodos eram misteriosos, o que não impediu o encontro do grupo com um dos principais organizadores da expedição à Ilha do Alvorecer, Cronen Labrief. Antigo político e ex-pirata estava acompanhado de sua parceira Mariad Sonata, uma elfa do mar deveras bela, atraindo atenção especial de um membro do grupo.

Logo após receberem a carta contendo pistas do paradeiro de um dos antigos aventureiros, qual estaria em posse do objetivo - o colírio dos deuses - os aventureiros partiram em direção do Coliseu Fantasma. Realmente não imaginavam o que encontrariam lá, mas durante o caminho acabaram por encontrar muitas problemáticas, uma possível aliada e até monstros não provenientes da região. Apesar de complicado chegaram ao local, que era sombrio e completamente abandonado - ou assim pensaram. Através de um enigma pelos fantasmas irmãos o grupo foi confundido, tendo dois membros caído no sistema hidráulico do local. O grande problema surgiu ao se depararem com um vilão, o Goliath, antigo membro do grupo de aventureiros que buscavam. Seu peito brilhava e após a batalha focada no ponto fraco encontraram o destinado colírio dos deuses.

Prontos para partir em direção do castelo Cronen revelou uma informação vital, que mudaria o destino do grupo: o rei poderia estar tramando algo com a busca. Diante disto o grupo decidiu seguir Labrief com Mariad no plano de remontar o navio voador e seguir através dos ares - fugindo de demais problemas - até alcançar Valkaria, onde entregariam o colírio dos deuses à Academia Arcana - acreditando na competência dos maiores magos e feiticeiros de Arton. Os misteriosos segredos então seriam revelados e talvez a arma para combater o mal da tormenta estaria à salvo.

Dentro dos bosques ao sul encontraram mais kobolds e suas aglomerações patéticas, chegando a talvez terem algum problema. O pior de tudo - pelo que me contaram - foi o embate contra um filhote de beholder, um gauth. Ninguém entende muito bem o que fazem naqueles arredores, contudo o maior prazer deles é observar os passeantes e em certos momentos, podem se tornar agressivos com movimentações bruscas. Tenho certeza que todos ficaram bem assustados com aqueles grandes olhos. Depois disso tudo adentraram num antigo templo de Alihanna em busca de um artefato mágico construído para tornar as máquinas goblins capaz de se auto sustentarem no ar. A peça chave para o navio voador seria menos complicada de se obter se algumas criaturas não estivessem à espreita nos frios corredores detrás das Três Cachoeiras. No local o grupo encontrou algumas criaturas, um ambiente hostil e dríades. Aquelas moças de madeira e os homens de gelo, seres ligados ao seu carvalho ou sua pilastra de energia, caminham para proteger seu ambiente. Era necessário, ao final das contas, acabar com eles, a chave para a sala do artefato era trancada pela proteção dessas criaturas. Que conveniente, senhorita Alihanna.

No caminho de volta algo inconveniente foi encontrado por eles, e isso sim é algo notável a se dizer: um ataque repentino no Vale dos Caçadores. O local todo estava em chamas e quando o grupo alcançou a sala do Ancião, tu já havia acabado. Uns lutavam do lado de fora, outros defendiam o local junto com os caçadores dos assassinos, trajados de máscara e roupas pesadas. O ladino do grupo - acho que se chama Hogni - correu junto com a ranger para dentro do salão do Ancião, encontrando o que acredito ser um dos grandes inimigos atuais desse grupo, Cronus. Tudo ocorreu muito rápido, o ladino perdeu a mão, recuperada em parte pelo clérigo, o vilão matou o Ancião e de dentro de seu peito arrancou um coração de ouro. Muito aconteceu nesse dia, pelo que entendi. Após o embate terminar, interrogaram um dos assassinos que restava vivo no campo.


Basicamente descobriram que existem outros três corações - possivelmente prata e bronze - e Cronus estaria atrás dele para conseguir, através de um ritual, a imortalidade vitalícia. Basicamente se tornar invencível, algo peculiarmente interessante para alguns.

Por fim se encontraram com a tripulação do navio voador, uma engenheira chamada Mistine, um novo membro, feiticeiro, nomeado Aust. E claro, eu, qual não fui formalmente apresentado, mas estou entre eles. Entendo como as coisas são complicadas com esse grupo, após algumas horas de voo nos encontramos, repentinamente, com um dirigível da Aliança Negra. E entre uma batalha feroz no convés, e uma invasão no dirigível, a tecnologia mágica dos goblins se voltou contra eles, sugando toda a estrutura voadora em uma bola de destroços. O problema foi que, nisso tudo, a bola se expandiu subitamente, lançando uma onda mágica que fez o artefato do navio voador se desestabilizar - de acordo com Mistine - fomos levados para baixo. Neste incidente muitos morreram. Inclusive membros do grupo, em um violento combate contra o capitão do dirigível dos golbins. Uma diferença peculiar da raça, grande e forte, como um ogro, com três cabeças - que, pelo que me contaram, não parecia funcionar muito bem.

Após a queda livre, com uma condução por Mistine impressionante, se tratando de uma garota nova. Aterrissamos em um dos lugares mais tenebrosos e selvagem de todos os reinos de Arton, onde quase nenhum conhecimento nosso é existente: as Montanhas Uivantes. Estava crente que iríamos alcançar Deheon facilmente. Contudo minha missão contínua, assim como a deles...


Reporte do dia 40, há 30 dias seguindo o grupo, 1390 ciclos artonianos
Conde Cicatriz

quarta-feira, 26 de junho de 2013

[CDZ] #002 - Azeron


"Até quando? Até quando terei que ficar preso a esta casa, Grande Mestre? Até quando pretende me aprisionar por aqui em toda essa calmaria? Não foi para isso que passei estes últimos anos de treinamento aqui no santuário!

Por todos os seus companheiros que sofreram nesta última guerra, como você pode se manter tão calmo quando podemos acabar de vez com tudo isso? Me diga! Eu quero por um fim nestas guerras, de uma vez por todas!

Ainda há espectros vivos desde a guerra santa de dois anos atrás que o senhor participou, eu preciso fazer minha parte como Cavaleiro de Touro. Não podemos perder tempo, não agora que o exército de Hades foi dizimado, devemos garantir um futuro para a próxima geração. Eu lhe prometo que serei útil nas batalhas que estão por vir, darei minha vida e minha alma pela justiça e provarei ser digno desta armadura dourada que recebi!"






Azeron - Cavaleiro de Touro

[CDZ] #001 - Danpa





"Jamiel como sempre está muito calma e silenciosa, não há ninguém além de Rinzen e eu por estes penhascos sombrios. Rodeado apenas pelas lembranças das guerras passadas, as armaduras que guardam um sentimento que só eu posso ver. 

Um ano se passou desde deixei a Casa de Áries e vim a mando do Grande Mestre para consertá-las. É como se elas clamassem pela minha ajuda, para retornar aos campos de batalha mais uma vez. 


A movimentação de algumas estrelas pelos arredores que me deixam um pouco inquieto. Sinto o calor da batalha se aproximando. Imagino quando finalmente poderei lutar como o cavaleiro de Áries e mostrar meu verdadeiro poder.


Até quando irá durar este silêncio em Jamiel?"



Danpa - Cavaleiro de Áries

sábado, 22 de junho de 2013

[CDZ] #000 - Tempo de Paz





"Já fazem quase dois anos desde a batalha contra Hades, você se lembra meu velho amigo? A vitória foi nossa, mas ainda há rastros dos espectros remanescentes pelo continente. E é nosso dever como cavaleiros eliminar todos os subordinados de Hades. Sem seu lider, eles são apenas fantasmas de um exército que já existiu.

Acho que você estaria orgulhoso se visse como o santuário hoje está tão vivo, com essa nova geração de cavaleiros correndo pra lá e pra cá. Espero que estas crianças possam viver suas vidas em paz, mesmo neste ciclo infinito de batalhas entre deuses. Caramba, me sinto até um velho falando dessa maneira.


Atena? Atena está em seu dormitório, como tem feito muito nos últimos meses. Isso me preocupa um pouco. Nossa deusa raramente sai para seus afazeres, espero que esteja tudo bem com ela. Mesmo que leve um bom tempo até termos ação novamente, não podemos abaixar a guarda.


Enquanto isso eu observarei as estrelas, esperando por uma nova guerra.

Obrigado por me ouvir, antigo Grande Mestre..."







Miura - Grande Mestre do Santuário

quinta-feira, 20 de junho de 2013

[RPG] - Zurad, filho de dragão


A família Benyroi é uma família de tradições mágicas desde o tempo em que Karias Theuderulf fundou a cidade de Wynnla.
Bronn Benyroi foi um mago poderoso, braço direito de Karias, que o ajudou a descobrir os fenômenos causados por áreas de magia selvagem no lugar onde se tornaria Wynnla.
Desde sua fundação a família se estabaleceu no local tomando-o como seu lar.
Os anos se passaram e Halven, mais velho da linhagem de Benyroi, ficou encarregado de todas as responsabilidades da família. Ele era o líder, tomava as decisões importantes e comandava os subordinados que juraram lealdade a família, além de ser responsável pela segurança de todos ao seu redor.
Certo dia um dragão negro, Manlor, sobrevoou Wynnla e ateou fogo na cidade. Halven, preparou sua guilda de bravos guerreiros para protegê-la e matar Manlor .
A batalha não foi fácil, muitos de seus homens morreram, e quando finalmente Manlor veio ao chão, Halven deu o golpe de misericórdia que acabou matando de uma vez por todas o dragão.
Halven, exausto, caiu de joelhos e apoiou seu tronco sobre a lança que usou para perfurar o crânio de Manlor. Prestes a desmaiar um som chamou sua atenção dando um novo vigor ao seu corpo.
Era o som do choro de uma criança, som que vinha de dentro da boca do dragão. Halven observou incrédulo o corpo negro e cascudo do animal. Lentamente se apoiou na lança para retomar o equilíbrio e caminhou até ficar de frente para a boca do dragão.
Cutucou desconfiadamente o corpo sem vida do dragão com a lança, desconfiado de que ainda não tivesse sido o fim.
Com a ajuda de dois guerreiros, abriu a boca do dragão e no canto superior direito observou algo que brilhava, pediu a um dos guerreiros uma adaga, entrou dentro da boca de Manlor com um pano no rosto para evitar o cheiro desagradável do hálito do dragão que se juntava com o cheiro de enxofre. Ao se aproximar percebeu  que se tratava de um dente feito de puro ouro. Pasmo com o que havia encontrado teve seu momento de perplexidade quebrado pelo som  da criança chorando que continuava de dentro da garganta do dragão.
Arrancou o dente com a adaga e o guardou em sua túnica. Voltou-se para a garganta e tratou de seguir o som do choro. A medida que se aproximava o cheiro de enxofre ficava mais forte, quando chegou perto da região do coração o choro continuava, mas agora de forma abafada. Era como se a criança estivesse por trás daquela parede de carne, Halven só tinha duas opções, continuava até o pulmão dominado pela fumaça e pelo cheiro de enxofre ou cortava a aquela parede de carne até encontrar a origem do choro.
Halven pegou a adaga e começou a cortar, cortou a carne até encontrar onde repousava o coração do dragão. O choro continuava abafado lá de dentro, pegou a adaga e rasgou o coração de ponta a ponta. Dentro do coração havia algo que o deixara tão perplexo quanto o dente de ouro, lá estava um bebê, um bebê com uma marca na mão como se alguém o tivesse tatuado. A marca era uma runa, na qual Halven pode reconhecer a palavra Zurad.
Halven saiu de dentro do dragão com a criança nos braços e o dente no bolso, tomou a criança como seu filho e o batizou de Zurad Benyroi.
O tempo passou e Zurad foi crescendo. Conforme o amadurecimento de Zurad, Halven percebeu que ele não era um mago e sim um feiticeiro com um talento extraordinário para o ventriloquismo.
Zurad tinha a data de seu aniversário determinada pelo dia em que Halven o retirou de dentro do coração do dragão e quando completou 18 anos Halven o presenteou com um colar feito com o mesmo dente que havia tirado de Manlor.
Quatro anos se passaram, Zurad havia deixado Wynnla para ingressar na academia arcana, Wynnla já estava sobre os cuidados de Gron, seu " irmão" mais velho.
Zurad cresceu e graças a seu temperamento deixou a academia arcana acreditando ser tudo uma grande besteira.
Quando estava a caminho de Wynnla recebeu uma mensagem de Wynnla pedindo para que não regressasse, pois sua família havia sido tocada pela tormenta e se havia algo que pudesse ser feito com certeza não seria em Wynnla.
Zurad decidiu então voltar para Valkaria e descobrir uma forma de acabar com a tormenta e reverter aquela situação para salvar seus familiares.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Munchkin Curse - Outro Idiota? Seya!


Munchkin Curse - Azar de Melk


Munchkin Curse - 243 anos de espera


quarta-feira, 12 de junho de 2013

[Hogni] - Toda raiva que habita



























O tempo passou tão rápido que já nem me lembro o caminho de casa, não me lembro do rosto de minha mãe, de sua voz. 

Saudades de Turk, devo muito a ele. Se estou vivo até agora é graças aos seus ensinamentos.
Há muito não tenho um tempo para refletir sobre minha vida desde que deixei minha mãe. Há muito não penso em meus verdadeiros propósitos. 
Minha mãe estava certa em muitos pontos que disse antes de partir. O mundo é cruel, perigoso, sangrento...Mas, uma coisa ela estava errada... Eu nunca deveria ter ficado junto a ela.


Quando parti para a busca do meu verdadeiro propósito de viver, em busca de uma aventura, algo que me fizesse compreender o real motivo de minha existência, eu era apenas um garoto atrapalhado e um tanto quanto imaturo.

Hoje depois de tantos deslizes, tantas cicatrizes e das experiências vividas, me sinto mais maduro, me sinto mais forte e independente.
A raiva queima dentro de mim, deixamos Tristan junto com os protetores do Ancião e quando voltamos a cidade estava em Guerra. O grupo se separou, eu e Myst fomos até o Ancião e lá estava um homem sombrio com ar desafiador em sua companhia. Tentamos distrair o homem até a chegada de Kwen e Aegon, mas em um rápido ataque o homem atacou o Ancião.
Para nossa surpresa, o coração era de ouro. Pedi para Myst buscar os outros dois e sem hesitar ataquei o homem. 


Tive minha mão decepada, cai de joelhos incrédulo, pensei que a próxima coisa a ser decepada seria minha cabeça. Pensei em minha mãe, pensei em Turk, enquanto minha visão escurecia e a imagem da minha mão no chão ficava cada vez mais desfocada.

Quando acordei estava em um quarto, minha mão estava de volta no lugar. Uma cicatriz horrível estava bem onde a lâmina tinha atravessado. Não tinha mais os movimentos da mão. O Clérigo usou sua fé em Khalmyr para restitui-la.
Levantei da cama, cambaleante, fraco e com fome. Uma pilha de corpos estava espalhada pela cidade, era um cenário horrível. 


Vi o grupo reunido e fui ao encontro deles.

O Clérigo estava distribuindo tarefas, ele não era o líder do grupo... Na verdade ninguém era, mas de todos era o que tinha o maior espírito de liderança. Eu e Myst fomos encarregados de juntar toda a comida restante. Nesse período descobri que os pais dela também lutaram na guerra contra os Goblins e buscava descobrir o mistério da morte de um ente querido. 
Glorienn, onde quer que esteja, se estiver me ouvindo quero que saiba que não sou um descrente como os tantos outros Elfos se tornaram, sei das dificuldades da batalha agora, sei do quanto fez por nossa raça, por isso peço força e sabedoria, para que possa me VINGAR de todos que ostentarem o estandarte da Aliança Negra, para honrar o nome de meu pai e dar a você a graça de mostrar a eles o poder dos Elfos e da Deusa Glorienn. Faça de mim seu cartão de entrada na Ascensão dos Elfos. 




quinta-feira, 6 de junho de 2013

[RPG] Relatórios de um misterioso #2


Nunca estive confiante quanto a este grupo, acreditava que estariam mortos antes do próximo amanhecer. Ninguém deve ter falado para eles sobre as dríades amaldiçoadas que guardam as Três Cachoeiras. Se sobreviveram a esta empreitada, talvez sejam capazes de caçar nosso inimigo. Em tempo torço para que cheguem até Valkaria inteiros, não todos, acredito, recorrente do grande azar qual costumam passar. Pareciam bem arrasados ao sair das Três Cachoeiras.

Após algum tempo sondando a região do Vale dos Caçadores e buscando reunir informações, me infiltrei na tripulação de Mariad Sonata, não que seja realmente algo difícil. A pessoa que mais me impressionou no pequeno aglomerado foi Che Mistine, uma garota prodígio que concertou o despedaçado Eldora. Jamais imaginaria alguém nessas terras capaz de realizar tal feito. Durante anos o lendário navio voador do enigmático Credor, um estudioso goblin qual não foi muito feliz em seu último invento. Anos depois houveram bons inventores que fizeram por merecer suas engenhocas voadoras. Com o talento de Mistine e algum bocado de sorte o grupo viajara em segurança para Valkaria.

Será fácil descobrir quando eles chegarem a grande cidade, então este pode ser um dos meus últimos relatórios. Sinto que algo grande pode estar vindo desses aventureiros.

Reporte do dia 28, 15 dias seguindo o grupo, 1390 ciclos artonianos.
Conde Cicatriz

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Em Breve


segunda-feira, 13 de maio de 2013

[RPG] Relatórios de um misterioso #1

Hoje é o décimo dia de viagem do grupo. Percebo que alguns se acomodaram com certas localidades, pareciam uma milicia atuando no reino, agora, embora ainda com bastantes membros, estão enfraquecidos. Talvez estejam percebendo a real problemática em viajar pelos bosques. Foram deveras sortudos em quesito de viagem, eram dias e dias sem questões pertinentes ou reais combates.

O trajeto que levaram subiu até o Coliseu Fantasma, provavelmente estavam atrás do colírio dos deuses. A satisfação na faceta deles mostrou certo contentamento na aventura, ou encontraram muitos tesouros ou realmente alcançaram o que vieram buscar. Dois deles pareciam diferentes, tremiam os dedos, os olhos tinham um ar opressor e desagradável, parecido com o do Inimigo. Suspeito que estejam em maus lençóis.

Passaram um tempo no Vale dos Caçadores, seguiram em direção dos bosques de Alihanna e dizimaram um pequeno grupo de kobolds que descansavam numa clareira. Após a situação reparei que seguiram para um caminho diferente, o que a princípio parecia ser o objetivo deles as Três Cachoeiras, agora era o nada. Isso se revelou falso ao entrarem em uma portinhola escondida entre arbustos. Não me arrisquei, fiquei de tocaia durante bom tempo até que saíssem, assustados, uma garota com o braço ferido e todos arfando. Realmente tesouros escondidos chamavam atenção desse grupo.

Então continuaram a caminhar em direção do objetivo anterior, as cachoeiras. A região é recheada de kobolds, tive alguns problemas durante o percurso, do resto o grupo tratou de exterminar o restante. Não duvido que encontremos uma comitiva maior, muitos desses seres asquerosos andam caçando pela região. Apenas estou receoso quanto avançar no Vale dos Observadores, aquele lugar é estranho.

Reporte do dia 23 de viagem, 10 dias seguindo o grupo, 1390 ciclos artonianos.
Conde Cicatriz

terça-feira, 16 de abril de 2013

[RPG] Diários do Grande Tristan #001


 Estávamos em um navio em uma grande missão até sermos atacados por piratas desonrados que usaram de armas desleais para desmaiar o grupo. Depois de acordar, o grupo (sob minha liderança) fez uma fuga espetacular do covil dos piratas, na qual vários desleais foram mortos, e diante de minha maestria afundei um dos navios inimigo.
 Após navegar por algum tempo, chegamos a uma pequena vila de pescadores - Kamalla se não me engano - onde festejamos noite adentro. Em um determinado momento meu olhar foi atraído para uma linda mulher (qual não me lembro o nome). Conversa vai, conversa vem, uma (maldita) criança chegou dizendo ter visto um monstro na praia. A bela dama pediu para que com minha coragem verificasse a tal lenda. Ao chegar à toca da besta vejo uma criatura horrenda (e sem nenhuma classe) com a qual lutei bravamente! Depois de ser gravemente ferido, voltei para a festa e tive de dormir na rua, mesmo apos tal ato de bravura. Lástima!Pelo menos eu estava com os bravos aventureiros que havia conhecido no navio! (Todos dormiam na rua)
 Ao amanhecer partimos juntos rumo à capital para reportarmos os acontecimentos na ilha e de nossa suposta missão. Na capital nos juntamos a mais aventureiros e tivemos uma reunião com o rei (que eu também não me lembro o nome). Pouco antes de encontrar com o rei vi diversas mulheres lindíssimas, mas os guardas não me deixaram nem mesmo chegar perto delas, deve ser “exclusividade real”. Enfim, encontramos com o rei que nos propôs uma busca pelo "colírio dos deuses" para assim poder combater o avanço da tormenta. Ele nos garantiu fama, fortuna e status se concluirmos a busca. Mesmo sem dar nem mesmo uma moeda de ouro – como prova de tais promessas - aceitei a oferta. Partiremos em breve.
 Estou ansioso para ver as lindas mulheres e as glorias que me aguardam no futuro próximo.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

[RPG] O começo de uma aventura

Será a grande Altrin o começo de tudo?

Olá meus caros aventureiros, aqui quem vos posta é Vulpes, o Ranger, contudo não estarei representando minha forma humana que busca se aventurar pelo multiverso de terras fantásticas em tempo livre. Hoje estarei aqui como um ser aquém da compreensão dos personagens, algo maior, uns chamam de sorte, outro de azar, alguns de destino, outros de karma. Existem muitos nomes para minha representação atual, contudo, a de minha preferência é O Mestre.

Neste sábado (13/04/2013) algo incrível irá começar: uma aventura de Dungeons & Dragons a partir do primeiro nível. Normalmente vemos um pequeno grupo de aventureiros, mas desta vez iremos esbarrar com um grupo de 11 jogadores. Bastante, não? Até eu como ser supremo desse universo fico assustado. Arbitrar e comandar tantos aventureiros em terras desconhecidas. O que espera esses nobres viajantes? Qual desafios serão propostos?
Esses necromantes não sabem serem sutis.

O cenário é Tormenta, sim, um cenário brasileiro. Sua ambientação é no continente de Arton, de cima a baixo, desde a capital da deusa petrificada Valkaria até os campos congelantes das Montanhas Uivantes. Temos um senhor mundo para explorar! E toda essa história começa de maneira bem simples em um reino conhecido pelas histórias fantásticas. Seu nome é Petrynia, sua capital é Altrin, seu regente rei Godrin Idelphatt e seus segredos, muitos.

O ano atual é 1398, um ano de paz e calmaria, embora a Tormenta do norte venha avançando território fazendo todos tremerem. O Paladino vive e muitos outros heróis existentes estão nesse mundo. Indícios de guerra contra uma suposta aliança de goblins se espalha e aflige muitos, inclusive nossos personagens. Mas o ponto central da campanha não é este.

Durante meses foi investigado o surgimento de uma misteriosa ilha ao oeste de Malpetrim, o nome dado pelo líder do grupo político Os Libertadores, Cronen Labrief, foi Ilha do Alvorecer. Segredos foram descobertos, acontecimentos tornaram a mais bela das ilhas no pior dos pesadelos, uma verdadeira zona de guerra, até que sucumbisse. Apesar disto a ilha era apenas o estopim de algo muito maior, de uma sequência de eventos grande envolvendo grandes acontecimentos. O que esperar? Cabe aos nossos nobres (ou nem tanto) aventureiros vivenciar.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Um pouco de cada char


Vulpes, o Ranger:
Conhecido por todos como a mente do grupo, sempre tentando criar personagens intelectuais acaba sendo traído pela própria imaginação e complicando os amigos que dependem dele. Mestre with no mercy, adora planejar as mortes de seus jogadores.
Frase: "Vou dar um ataque mental e... Vai se fuder".
Vulpes, O Ranger

Gimlit, o mendigo:
Criador de personagens pobres que costumam virar ladrões em suas aventuras, Gimlit é conhecido por suas piadas que resultam em silêncio constrangedor ou facepalms.
Sempre, repito, sempre, tira um no dado. E quando não tira um no dado é o sorteado a tomar os danos de alguém que tirou.
Frase: "Eu não sou mais mendigo!".
Gimlit, O mendigo




Kwen, o paladino asiático:
Kwen tem como principal pericia a arte de desenhar no paint como ninguém. Sempre desconfiado de ladinos e pessoas que possuem armas, prefere não confiar aos outros tarefas importantes ( é claro que isso raramente dá certo ). 
Muito vaidoso está sempre guardando sua arma secreta... O Hair spray!
Uma outra perícia incomparável é a de arremesso de pessoas na piscina, incluindo carregando-as nas costas e dando cambalhotas. 
PS: Odeia mimimis!
Frase: "Por que ele tem uma arma? Eu não confio em você!"


Kwen, O paladino asiático


Xavier, o minotauro:
Xavier é criador de personagens troncudos e fortes baseados nele mesmo, comumente acredita que a força bruta é a solução de tudo. Um verdadeiro Neandertal dos tempos modernos.
Tem como grito de guerra a frase: "Xavier esmaga!".
Normalmente sofre consequências por sua mania de bater pra depois perguntar quem é, ou pela dificuldade em seguir o plano de ataque e tocar o terror ( nos seus aliados ).
Xavier, O minotauro