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quarta-feira, 3 de julho de 2013

[REVIEW] - The last of us


Enfim o tão esperado jogo da Naughty Dog lançou, e após o final do epic game eu digo a vocês: CUMPRIU O PROMETIDO!
Infelizmente, ou felizmente, o jogo é exclusivo para PlayStation 3 e foi desenvolvido pela responsável da já aclamada franquia Uncharted.
É um jogo em terceira pessoa que possui elementos de survival horror, que conta a história de um mundo onde uma praga se alastrou contaminando boa parte dos habitantes da Terra instaurando o caos e consequentemente uma nova ordem política e social.
O mundo agora está dividido em pequenas unidades de quarentenas, onde os moradores tem toque de recolher e não podem ultrapassar os portões destas unidades sem uma autorização militar.
O jogo mostra a história de Joel, um homem um tanto quanto amargo que é encarregado de levar em segurança uma garotinha chamada Ellie a um grupo de resistentes conhecidos como fireflies, ou se preferirem vaga-lumes.
Entretanto, os infectados não são o único perigo nesse novo mundo. As pessoas se tornaram uma ameaça para si mesmas e estão dispostas a tudo para sobreviver.

Jogabilidade
O jogo como já foi dito é em terceira pessoa, não possui nenhum auxílio na hora de mirar além de um circulo, o que torna o desespero de ver uma cambada de infectados vindo ao seu encontro muito maior e os combates corpo-a-corpo são empolgantes.
Durante o jogo armas e balas são escassos obrigando o jogador a utilizar o mínimo do recurso possível.
As armas de combate corpo-a-corpo possuem uma duração e podem ser aprimoradas. Ao longo do jogo o player encontrará pregos, barras de ferro, pedaços de madeira, vasilhas, pólvora, entre outros itens que podem ser utilizados para confeccionar uma arma mais poderosa.
Também será possível encontrar garrafas e tijolos que poderão ser usados para distrair seus inimigos ou atordoá-los com uma pancada na cabeça.
Um recurso interessante do game é o foco na audição para poder localizar os inimigos espalhados e montar sua estratégia de ataque.
Use e abuse dos recursos stealth, pois a jogabilidade irá fazer com que você se sinta realmente um sobrevivente na pele de Joel.

Infectados
Os infectados do jogo possuem quatro níveis de infecção. 

Runners
No primeiro nível eles ainda possuem traços da pessoa que eram e aparentemente lutam contra o parasita no corpo. Nesse estágio o infectado é conhecido como corredores e podem ser abatidos sem nenhuma arma.

Stalkers
No segundo estágio o infectado já aparenta uma certa deformidade, mas ainda apresenta um certo grau de inteligência procurando sempre se esconder e encurralar suas vítimas. Este tipo de infectado não é muito comum no jogo, pode ser abatido da mesma forma que os corredores.

Clickers
No terceiro estágio os infectados soltam ruídos e não enxergam devido ao fato do fungo ter se desenvolvido na cabeça e tomado conta de toda a face da vítima. Nesse estágio eles são conhecidos como estaladores. Quando estão neste estágio não é possível abatê-lo sem nenhuma arma, é preciso ter no mínimo uma faca. Você possui a vantagem deles não o enxergarem, mas se um deles pegar você a morte é iminente. 
Não tente pegá-los pelas costas sem uma faca, um pedaço de pau irá fazer muito barulho e isso poderá atrair vários de seus amiguinhos. Um tijolo ou uma garrafa poderá atordoá-lo dando a você uma certa vantagem sobre ele, desde que tenha em mãos qualquer tipo de arma, de preferência corpo-a-corpo, não queremos chamar atenção não é? Eu recomendaria este tipo de atitude apenas em casos desesperadores.

Bloaters
O último estágio, conhecido como verme, mostra o infectado totalmente desfigurado e forte, além de arremessar uma espécie de bomba viral em você. Este nível possui o mesmo princípio do estágio anterior só que mais resistente, com eles use sua artilharia mais pesada, mas lembre-se: Apenas em casos emergenciais.

Além de todos estes infectados quando o parasita mata o hospedeiro ele continua a se proliferar liberando esporos que contaminam as pessoas.

Multiplayer
No jogo é mostrado que diversas facções se formaram com o passar dos anos, cada uma com seus princípios, cada uma com suas regras. Entretanto o foco é dado para os vaga-lumes e os caçadores. No modo online o player seleciona uma das duas facções e o objetivo é garantir a segurança do seu grupo e eliminar o grupo adversário. Você monta seu personagem conforme seu gosto e tenta sobreviver em um cenário por busca de suprimentos. Na minha opinião a única coisa que ficou devendo foram os infectados para dar um ar ainda mais de sobrevivência ao modo online. De resto o game foi uma verdadeira obra de arte.

O jogo ainda conta com uma excelente dublagem, um excelente roteiro, uma excelente história com uma trilha sonora impecável!


terça-feira, 21 de maio de 2013

[Review] Ao Infinito e Além


O que falar desse jogo que mal joguei e já considero pacas? Piadinhas a parte, estou aqui para falar um pouco e brevemente sobre a obra de Ken Levine, Bioshock Infinite. Algumas rápidas palavras que não se prolonguem e expresse minha opinião.

Bem-vindo à Columbia
A ambientação do jogo é fantástica. Assim como seu antecessor, passado em Rapture (afinal, quem liga pro Bioshock 2?), o cenário é rico em detalhes e faz você parar para apreciar a obra de arte que é a ambientação. Sua diferença com o ambiente fechado e claustrofóbico da cidade submersa é a vida. Tudo é vivo, desde a criança jogando bola que vai ofender seu amiguinho como o homem pedindo sua mulher em casamento. Coisas surgem, saltam como se não quisessem nada, um coreto cantando voando sobre uma plataforma, um vendedor passando falando sobre bobagens. O jogo não poupa tempo em te ambientar naquela utopia que é a cidade voadora de Columbia.

Super pulos sobre trilhos?
O forte do Infinite é seu enredo. Isso fica claro para quem está na metade do jogo e sabe que a mecânica de combate não irá mudar muito mais que aquilo mostrado. Sua liberdade fica na exploração do cenário em busca de bala, sais (para recuperar sua "magia") e sacolinhas de energia. Além disso a grande quantidade de vigores (os poderes magicos) é interessante. Apesar de tentar usar todos os vigores, apenas os mais efetivos - como o do corvo que lança corvos deixando inimigos parados e vulneráveis, ou o do cavalo que levita os inimigos por algum tempo - ficavam à mão. Sua mecânica não muda muito dentro do padrão Bioshock: poderes em uma mão, arma na outra. Sua principal diferença é nos trilhos voadores, que, convenhamos, poderia ter sido muito mais utilizados.

Você nunca se importou tanto com uma personagem
Vamos falar do que interessa no Infinite: Elizabeth e seu bizarro poder de "tears" ou fendas. De início o jogo é bonito, depois a ação se torna frenética. Tudo ocorre rápido demais e quando você percebe, está morrendo com a tela cinza procurando cover até em caixa de sapato. Eis que uma personagem vem para salvá-lo. Rapidamente: Elizabeth além de ser a carisma do jogo é a personagem-não-jogável mais útil que já vim em um jogo. Precisa de vida? Munição? Ela está ai. E não para por ai, suas interações com o cenário, sua maneira de interagir com você, suas expressões. Elizabeth tem mais expressões faciais que Kristen Stewart.

Musicalidade
A música é ótima. Seu ritmo acompanha o momento, os jargões sonoros que avisam uma horda de inimigos ou o fim de um combate, o avanço no enredo ou decisão, são ótimos. Além disso toda a sonoplastia e a dublagem em inglês é de tirar o fôlego. Não deixando de lado a qualidade e indispensável Voxofones, parecido com as gravações de jogos de terror, contando mais sobre a história.

Infinidade de teorias
Aquém de tudo o enredo de Infinite é fantástico. Afinal, tudo que ele perde na jogabilidade repetitiva, em algumas facilidades demasiadas (no nível médio apenas), numa interação mais dramática (não que não tenha, mas poderia ter mais) com os eventos ocorridos ao redor, o enredo engole. Contudo logo falo, sem spoiler, que você passará horas teorizando sobre o final, e não apenas isto, ficará estasiado com os créditos.

Considero um dos melhores jogos que tive o prazer de jogar, talvez o que fiquei mais preso em sua trama, a evolução dos fatos e apesar de ver seus defeitos, mergulhei tanta na obra que nem dei atenção a eles. A experiência é muito boa, e se você gosta de algo diferente, de histórias que o faça pensar e ação frenética em diversos momentos, Infinite é seu jogo.

E se você não se convenceu mesmo assim, jogue, é um clássico instantâneo e obviamente será um grande candidato a jogo do ano. E isso não é apenas "da boca pra fora".

PROS: Ótimo enredo, controles fluídos, jogabilidade legal, qualidade gráfica e artística muito boa, cenário semi-aberto, trilha sonora excelente
CONTRA: Combates repetitivos (não considero tanto assim)


Até mais discordiosos o/

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Injustiça é ser tão curto!




O jogo de fato é curto! O modo história do game traz um dos episódios do desenho da liga da justiça com algumas modificações. Entretanto, é bom!
A "porradaria" toda que o game mostra entre vilões e heróis da DC, a interação com os objetos dos cenários, além da dublagem dos personagens que são os mesmos do desenho, destaque especial para Guilherme Briggs (voz do superman), são importantes ingredientes que fazem das lutas algo viciante e que vai acabar deixando seus dedos doloridos.

O jogo conta com outros diferentes modos como o battle que é algo bem parecido com o Mortal Kombat 3 , do mega drive, nesse modo você escolhe um lutador e existe uma escala de adversários até o final boss.

Ainda em recursos especiais é possível descobrir os itens a serem desbloqueados de acordo com cada modo e com cada grau de dificuldade.

PRÓS: Ótimo sistema de luta, dublagem bem feita, interação com os objetos dos cenários.


CONTRA: História muito curta.